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IBGE prevê safra de grãos 9,2% menor em 2018

Notícias Virtuagro 4 de janeiro de 2018

O segundo prognóstico para a safra 2018 mostra que a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 219,5 milhões de toneladas, 9,2% abaixo da safra de 2017. Esta redução deve-se às menores produções previstas para o milho (15,9 milhões de toneladas) e para a soja (6,8 milhões de toneladas). Já a 11ª estimativa para a safra de 2017 totalizou 241,9 milhões de toneladas, com aumento de 56,1 milhões de toneladas (30,2%) em relação a 2016 (185,8 milhões de toneladas). A área a ser colhida (61,2 milhões de hectares) foi 7,2% maior que a de 2016. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, e, somados, representam 93,9% da estimativa da produção e respondem por 87,8% da área a ser colhida. Em relação a 2016, houve aumento de 2,2% na área da soja, de 19,2% na área do milho e de 4,6% na área de arroz. Quanto à produção, ocorreram aumentos de 17,4% para o arroz, 19,4% para a soja e 55,2% para o milho.

 

Estimativa de NOVEMBRO para 2017:

241,9 milhões de toneladas

 

Variação novembro 2017/ outubro 2017:

0,1% (280,7 mil toneladas)

 

Variação safra 2017/ safra 2016:

30,2% (56,1 milhões toneladas)

 

Estimativa de NOVEMBRO para 2018:

219,5 milhões de toneladas

 

Variação safra 2018/ safra 2017:

-9,2% (-22,4 milhões toneladas)

 

Regionalmente, a estimativa de novembro para a safra de 2017 aponta produção de cereais, leguminosas e oleaginosas com a seguinte distribuição, em toneladas: Centro-Oeste (106,0 milhões); Sul (85,2 milhões); Sudeste (24,0 milhões); Nordeste (17,9 milhões) e Norte (8,8 milhões). Em relação à safra passada, foram constatados aumentos em todas as regiões: Sudeste (16,4%), Norte (25,1%), Nordeste (86,2%), Centro-Oeste (41,0%) e Sul (16,1%). Nessa avaliação para 2017, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 26,2%, seguido pelo Paraná (17,2%) e Rio Grande do Sul (15,1%), que, somados, representaram 58,5% do total nacional previsto. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada aqui.

Para 2018, segundo prognóstico estima safra 9,2% menor que a de 2017

Neste segundo prognóstico, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2018 foi estimada em 219,5 milhões de toneladas, 9,2% inferior ao total obtido na safra de 2017. Esta redução deve-se às menores produções previstas para o milho (15,9 milhões de toneladas) e para a soja (6,8 milhões de toneladas).

Entre os cinco principais produtos para a próxima safra, três devem apresentar quedas na produção: arroz em casca (-8,0%), milho em grão (-15,9%) e soja em grão (-5,9%). São esperadas altas na produção de algodão herbáceo (4,5%) e de feijão em grão (4,1%).

Neste prognóstico, as informações de campo representam 93,8% da produção nacional prevista, enquanto as projeções respondem por 6,2% do total estimado.

ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) – Com melhores expectativas quanto ao clima, o segundo prognóstico da produção do algodão é de 4,0 milhões de toneladas, aumento de 6,2% em relação ao mês anterior. A área plantada e a área a ser colhida aumentaram em 3,7% e o rendimento médio aumentou 2,4%. Ao todo, deve ser plantada uma área de 1.023,2 mil hectares. No Mato Grosso, maior produtor do país, a estimativa da produção alcança 2,7 milhões de toneladas, representando 66,3% do total a ser colhido em 2018 pelo país e crescimento de 4,5% em relação a 2017. A área plantada e a área a ser colhida cresceram 10,2%, enquanto o rendimento médio estimado teve retração de 5,2%. A Bahia, segundo maior produtor do País, deve participar com 22,8% do total a ser colhido em 2018. O estado deve colher uma safra de 914,8 mil toneladas, aumento de 31,8% em relação ao mês anterior.

ARROZ (em casca) – O segundo prognóstico da produção de arroz para 2018 é de 11,5 milhões de toneladas (-0,1% em relação a outubro e -8,0% em relação a 2017). O Rio Grande do Sul, maior produtor de arroz do país, deve participar com 70,9% do total a ser colhido em 2018, com produção estimada em 8,1 milhões de toneladas (-6,9% em relação a 2017). Santa Catarina, segundo produtor nacional, estima 1,1 milhão de toneladas e um rendimento médio esperado de 7305 kg/ha (-4,9% em relação à safra de 2017). O Tocantins estimou uma produção de 582,7 mil toneladas (-14,0% em relação a 2017). No Maranhão e no Mato Grosso as produções estimadas estão caindo 5,9% e 21,7%, respectivamente.

FEIJÃO (em grão) – A segunda estimativa da produção de feijão para a safra 2018 é de 3,4 milhões de toneladas, aumento de 4,1% em relação à safra colhida em 2017. A 1ª safra deve produzir 1,7 milhão de toneladas; a 2ª safra uma produção de 1,3 milhão de toneladas e a 3ª safra, 520 mil toneladas. Em relação ao 1º prognóstico ocorreu um crescimento de 4,6% nas estimativas de produção do feijão 1ª safra, com aumentos de 2,2% na área a ser colhida e 2,4% no rendimento médio. Há expectativas de melhores produtividades na Paraíba (134,1%), na Bahia (18,6%), no Rio Grande do Norte (17,6%), em Rondônia (11,5%), em Minas Gerais (4,7%) e no Mato Grosso do Sul (12,1%).

A área a ser plantada na safra de verão (1ª safra) é de 1,8 milhão de hectares, 2,0% menor que a de 2017. Já na área a ser colhida deve crescer 2,0%. Os maiores aumentos de produção, em termos percentuais, para essa safra, estão sendo informados por Ceará (62,2%), Rio Grande do Norte (78,2%), Paraíba (82,3%), Bahia (21,7%) e Minas Gerais (11,2%). Em termos de volume de produção, destacam-se o Ceará (84,6 mil toneladas), Bahia (30,6 mil toneladas), Paraná (11,5 mil toneladas) e Paraíba (12,3 mil toneladas).

MILHO (em grão) – O segundo prognóstico de milho em grão estima uma produção de 83,7 milhões de toneladas em 2018 (-15,9% em relação a 2017). Os prognósticos de campo neste mês representam a quase totalidade da estimativa da primeira safra (99,8%), enquanto a estimativa da segunda safra ainda é composta por projeções em 15,8%. A safra 2017 foi recorde, alcançando 99,6 milhões de toneladas, o que eleva a base de comparação para a produção no próximo ano. Seguindo a tendência dos últimos anos, a 2ª safra deve apresentar o maior volume colhido no país, com 69,2% da produção nacional em 2018, totalizando 57,9 milhões de toneladas (-15,5% no comparativo com 2017).

Já a 1ª safra de milho deve alcançar 25,8 milhões de toneladas (-17,0% no comparativo com o período anterior). Quando comparada com o 1º prognóstico, a queda na estimativa de produção foi de 1,2%, devido principalmente aos estados da Bahia (-15,1%) e Minas Gerais (-9,9%). Mesmo com previsão de menor custo de produção, em relação à safra anterior, estima-se redução de área plantada de milho, em virtude dos baixos preços de comercialização do produto observados durante todo o ano de 2017, o que estimulou os produtores a substituir as áreas de milho 1ª safra por soja. A redução da área plantada na 1ª safra deve alcançar 7,3%, sendo estimada em 5,3 milhões de hectares.

Porém, o maior impacto no decréscimo do prognóstico fica por conta do rendimento médio, que deve apresentar queda de 12,2% em relação ao mesmo período de 2017, quando o resultado de produção foi considerado excepcional. O atraso do início do plantio da soja nos principais estados produtores, em razão dos baixos índices pluviométricos em agosto e setembro, também deve contribuir para o decréscimo nas áreas de milho 2ª safra.

SOJA (em grão) – A segunda estimativa de produção para 2018 totalizou 108,1 milhões de toneladas, redução de 5,9% em relação à safra de 2017. A área a ser plantada com a leguminosa é de 34,1 milhões de hectares, aumento de 0,5%. O rendimento médio estimado é de 3.170 kg/ha, retração de 6,6%, em decorrência das incertezas quanto ao clima durante o ciclo da cultura. Considerando o recorde histórico de produção de soja em 2017, a base de comparação é relativamente elevada.

A tendência de preços mais vantajosos, em comparação ao milho, deve estimular o plantio da soja, que tem uma participação prevista em 49,3% da safra total de grãos do país. Mato Grosso, o maior produtor nacional, deve contribuir com 30,4 milhões de toneladas, 28,1% do total a ser produzido pelo País (-0,2% em relação a 2017, apesar de aumento de 1,0% na área a ser plantada). O Paraná, segundo maior produtor e responsável por 18,1% do total nacional, estima produzir 19,6 milhões de toneladas (-1,1%, apesar do crescimento de 5,5% na área a ser plantada). O Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor da leguminosa, estimou uma produção de 14,7 milhões de toneladas (-21,7% em relação a 2017).

Em relação ao 1º prognóstico, divulgado no mês anterior, há um aumento de 0,4% na produção, refletindo, principalmente, os aumentos na Bahia (12,6%) e Mato Grosso do Sul (4,3%). Alguns estados ajustaram negativamente suas estimativas, como Rondônia (-8,9%) e Minas Gerais (-6,1%).

Destaques na estimativa de novembro de 2017 em relação a outubro

No Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de novembro em relação a outubro destacaram-se as variações nas estimativas de produção de: cevada (2,6%), arroz (1,1%), cebola (1,1%), batata-inglesa 2ª safra (0,9%), aveia (-0,5%), trigo (-0,7%) e feijão 2ª safra (-1,2%).

ARROZ (em casca) – A produção de arroz foi de 12,5 milhões de toneladas, 1,1% maior que a estimativa do mês anterior. A área plantada e o rendimento médio foram revistos em 0,7% e 0,4% respectivamente, em decorrência das informações do Tocantins. A produção desse estado cresceu 26,4% em relação ao mês anterior, devendo alcançar 677,6 mil toneladas, incremento de 141,5 mil toneladas. A área plantada e a área a ser colhida cresceram 13,3%, enquanto o rendimento médio cresceu 11,6%. A utilização de novas variedades de arroz para cultivo irrigado tem aumentado o rendimento médio das lavouras.

BATATA-INGLESA – Ao todo, o país deve produzir 4,2 milhões de toneladas em 2017, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior. Houve pequeno reajuste na área colhida (0,2%) e no rendimento médio (0,1%). A estimativa da produção para a 1ª safra não variou em relação ao mês anterior, mantendo-se em 2,0 milhões de toneladas. A estimativa da produção da 2ª safra foi de 1,2 milhão de toneladas, aumento de 0,9% em relação ao mês anterior. Os dados foram influenciados pelo Distrito Federal, que nesse mês atualizou seus dados de produção, com nova estimativa de 10,8 mil toneladas. Para a 3ª safra foi estimada uma produção de 1,0 milhão de toneladas, aumento de 0,4% em relação a outubro.

CEBOLA – A produção nacional de cebola é de 1,7 milhão de toneladas, aumento de 1,1% em relação ao mês anterior. Houve acréscimo de 0,6% na estimativa da área colhida e aumento de 0,5% no rendimento médio, que deve alcançar 29.645 kg/ha. Os dados foram influenciados pelo Distrito Federal, onde a área plantada e a área colhida aumentaram 184,2%, enquanto o rendimento médio cresceu 28,2%. O incremento de área deve-se aos investimentos de grandes empresas que atuam na produção e comercialização de frutas e hortaliças, com lavouras irrigadas e de tecnologia intensiva, o que justifica o elevado rendimento médio de 50.000 kg/ha.

CEREAIS DE INVERNO (em grão) – As culturas de inverno encontram-se em plena colheita. O principal cereal de inverno produzido pelo país é o trigo. A estimativa de produção é de 5,1 milhões de toneladas (-0,7% em relação a outubro). O rendimento médio diminuiu nesse mesmo percentual, sendo estimado em 2.673 kg/ha. Paraná e Rio Grande do Sul são os maiores produtores de trigo, devendo participar com 84,0% da produção do país. Para a aveia, a produção estimada é de 873,2 mil toneladas (-0,5% em relação a outubro). Os dados foram influenciados pelo Paraná, que reduziu a produtividade das lavouras em 5,8%. Quanto à cevada, a produção deve alcançar 376,9 mil toneladas, aumento de 2,6% em relação ao mês anterior. O rendimento médio apresentou um crescimento de 3,4%, enquanto a área colhida, uma redução de 0,8%. A estimativa da produção do Paraná aumentou de 156,3 mil toneladas, em outubro, para 165,7 mil toneladas em novembro, aumento de 9,4 mil toneladas (6,0%). O rendimento médio cresceu 8,0%.

FEIJÃO (em grão) – A estimativa da produção é de 3,3 milhões de toneladas, queda de 0,7% em relação a outubro. Os dados que mais influenciaram nesse decréscimo da produção foram os do Ceará (-7,5% na estimativa da produção) e os de Pernambuco (-17,5%) em relação a outubro. O rendimento médio, nesses estados, foi revisto com quedas de 6,8% e 15,4%, respectivamente. Em novembro, ocorreram reduções em todas as safras de feijão, sendo de 0,4% na estimativa da produção do feijão 1ª safra, 1,2% no feijão 2ª safra e 0,9% no feijão 3ª safra. A produção informada pelo Ceará foi 7,4% menor para a primeira safra, enquanto em Pernambuco foi 26,8% menor para a segunda safra, em decorrência dos efeitos do clima, notadamente a falta de chuvas. Com relação à 3ª safra, o Distrito Federal informou retração de 45,9% na produção, atribuída aos problemas de racionamento de água, que impossibilitou o uso na irrigação das lavouras.

Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) é uma pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras dos principais produtos agrícolas, com informações municipais e/ou regionais consolidadas, em nível nacional pela Comissão Especial de Planejamento Controle e Avaliação das Estatísticas Agropecuárias (CEPAGRO) constituída por representantes do IBGE e do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA). Os levantamentos para cereais (arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo e triticale), leguminosas (amendoim e feijão) e oleaginosas (caroço de algodão, mamona, soja e girassol) foram realizados em colaboração com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), continuando um processo de harmonização das estimativas iniciado em março de 2007.

Data de Publicação: 11/01/2018 às 17:57 hs
Fonte: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – IBGE

Ano excepcional na produção agrícola brasileira

Notícias Virtuagro 19 de dezembro de 2017

Supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos é um marco histórico

 

“A agricultura viveu um ano excepcional”, disse Neri Geller, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ao analisar as ações e os resultados da política agrícola brasileira em 2017. Ele acredita que a conjunção de fatores positivos ajudou a consolidar o País como um dos mais importantes players do agronegócio no mercado global.

“As condições climáticas favoráveis, aliadas à competência do agricultor brasileiro, resultaram na safra superior a 238 milhões de toneladas de grãos, uma supersafra. E tivemos a presença firme do Governo Federal, por meio do Plano Agrícola e Pecuário, que propiciou os instrumentos necessários para o produtor trabalhar com tranquilidade e segurança”, disse ainda o Secretário. “Mais uma vez, o setor agrícola desempenhou papel fundamental na redução da inflação, além de contribuir para a retomada do crescimento econômico.”

Crédito
Na safra 2017/18 foram disponibilizados R$188,3 bilhões para o crédito rural em  operações de plantio, comercialização e custeio. Para o Seguro Rural foram destinados R$ 550 milhões e R$ 1,4 bilhão no apoio à comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).  Para acompanhar o crescimento contínuo da produção agrícola também estão garantidos recursos de investimentos em armazenagem de R$ 1,6 bilhão. Nessa temporada, os cerealistas foram beneficiados pelo Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), com juros de 7,5% ao ano, e que conta com 12% a mais de recursos – total de R$ 21,7 bilhões, sendo R$ 18 bilhões para custeio, e R$ 3,7 bilhões para investimentos.

O programa de Inovação Tecnológica (Inovagro) disponibilizou linha de crédito para conectividade no campo, o que contribuiu para melhorar ainda mais a gestão das propriedades rurais, por meio da informatização e acesso à internet. A inovação tecnológica é um dos principais fatores para alavancar a produtividade agrícola. O Inovagro conta com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. Esse programa financia equipamentos de agricultura de precisão.

Moderfrota
O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) passou a contar com R$ 9,2 bilhões, incremento de 82,2%. Máquinas e implementos agrícolas são financiadas em até 90% com prazo de pagamento de 7 anos. O limite de financiamento de custeio é de R$ 3 milhões por produtor, por ano-agrícola. Para o médio produtor o limite é de R$ 1,5 milhão. O prazo de pagamento é de 14 meses para produtores de grãos.

Comercialização
A grande produção de milho em 2017 – próxima de 100 milhões de toneladas, somando-se a primeira e a segunda safras –, resultou em queda acentuada dos preços. Para evitar prejuízos, e garantir o preço mínimo ao produtor, principalmente do Centro-Oeste, onde o plantio do cereal é maior, o Mapa recorreu a leilões de contratos de opção por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com os leilões, o produtor poderia vender o milho das safras 2016/17 para o Governo, em 15 de setembro, ao preço de R$ 17,87 a saca de 60 kg.  Foram realizados cinco leilões de contratos de opção em maio e junho deste ano, nos quais o Governo sinalizou com a compra de 999 mil toneladas de milho e recursos de R$ 297,5 milhões. Todos os contratos foram comercializados. Em setembro, data do exercício, os adquirentes optaram por vender 859.572 toneladas para a Conab.

Além dos contratos de opção, também foram realizadas operações de subvenção por meio do Prêmio para o Escoamento (PEP), destinado à indústria, e do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), destravando negociações, fluindo a comercialização e garantindo rentabilidade ao produtor rural na região Centro-Oeste. Desde abril foram realizados 17 leilões de PEP e 17 de Pepro. O total ofertado para o PEP foi para 3,95 milhões de toneladas, dos quais foram negociadas 1,93 milhão de toneladas. Já para o Pepro, a quantidade total ofertada foi de 10 milhões de toneladas, com apoio negociado para 7,29 milhões de toneladas. No total, o Governo Federal destinou R$ 796,77 milhões para os mecanismos de sustentação de preços para o milho, correspondente a 10,7 milhões de toneladas.

“Na cultura do trigo”, informou o secretário Geller, “foram acionados os mecanismos de PEP e Pepro e destinando, respectivamente, R$ 3,38 milhões para 18 mil toneladas, e R$ 87 milhões para 453,1 mil toneladas. No total, foram aplicados R$ 90,46 milhões para 471,1 mil toneladas do cereal nos três estados da Região Sul.”

Seguro Rural
O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)  é prioridade estratégica, um dos pilares da política agrícola brasileira. Em 2017, foram publicados documentos contendo informações detalhadas sobre as indenizações pagas pelas seguradoras no período de 2006 a 2015. Foram atendidos cerca de 420 mil produtores rurais, o que possibilitou a proteção de mais de 52 milhões de hectares, principalmente em culturas de soja, trigo, milho, maçã e uva.

Ao longo da primeira década do Programa, as indenizações pagas em função de ocorrência de eventos climáticos adversos totalizaram R$ 3,9 bilhões, o equivalente a mais de 75 mil apólices de seguro rural. Os dados são apresentados na forma de indicadores relacionados aos pagamentos, tais como o índice de sinistralidade e taxa de risco observado.

Está sendo desenvolvido um sistema eletrônico que permitirá ao produtor solicitar a subvenção federal para aquisição de seguro rural diretamente ao Mapa. São estes os objetivos a alcançar com essa medida: 1) permitir acesso direto do produtor rural à subvenção federal; 2) possibilitar ao produtor conhecer as condições das apólices para fazer a melhor escolha; 3) permitir ao Mapa mensurar a demanda dos produtores por seguro rural e otimizar a alocação de recurso federal; 4) possibilitar a constituição de uma base de dados consistente sobre usuários de seguro rural, que permita a realização de estudos técnicos para o aprimoramento constante das políticas de gestão de risco rural.

Até fim deste ano foram aplicados aproximadamente R$ 371,4 milhões em subvenções federais, mais de 90% do orçamento previsto, mesmo diante de restrição orçamentária. Todos os pagamentos estão em dia, o que garante credibilidade ao programa.

Zoneamento Agrícola
Em 2017, houve avanços importantes no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Foram publicadas 252 portarias de zoneamento, identificando municípios aptos ao plantio e seus respectivos períodos de semeadura, com menor risco climático para os cultivos. Aumentou-se a quantidade de estados zoneados, o que induz o desenvolvimento da cadeia do agronegócio. O Zarc tem por objetivo identificar e dimensionar os riscos climáticos inerentes à atividade, orientando o produtor rural não só quanto às datas mais adequadas para a semeadura de sua lavoura, mas também quanto a cultivares adaptadas e registradas para cada região.

Distribuídas pelas 26 unidades da Federação, os estudos de Zarc contemplam 45 culturas. Vinte são de  20 de ciclo anual: abacaxi, algodão, amendoim, arroz, aveia, canola, cevada, feijão phaseolus, feijão caupi, gergelim, girassol, mamona, mandioca, melancia, milheto, milho, consórcio entre milho e braquiária, soja, sorgo e trigo). Vinte são permanentes: açaí, ameixa, banana, cacau, café, caju, cana, citros, coco, dendê, goiaba, maçã, mamão, manga, maracujá, nectarina, oliva, palma forrageira, pêra, pêssego, pimenta-do-reino, pupunha, seringueira, sisal e uva.

Infraestrutura e logística
O escoamento de toda a produção agrícola, principalmente a da região Centro-Oeste, foi objeto de atenção especial. A inversão do rumo logístico de boa parte da exportação brasileira de soja e milho, e a expansão da capacidade dos corredores de exportação do Arco Norte, constituído pelos portos das regiões Norte e Nordeste, resultaram de empreendimentos privados, implantados com o apoio do Governo Federal.

A exportação por esses portos deverá totalizar 26 milhões de toneladas embarcadas para o exterior, representando 24% da exportação nacional. O Arco Norte já tem capacidade de embarque de 40 milhões de toneladas/ano de granéis agrícolas, número que deverá ser ampliado, de acordo com as demandas do setor produtivo.

“Por esse vetor logístico’, explica Neri Geller, “os custos de movimentação se situam bem abaixo daqueles registrados pelos portos do Sul/Sudeste, considerando-se o município mato-grossense de Sorriso como ponto de referência. Isso confere ao produtor rural a oportunidade de ampliar sua receita, pela economia obtida na cadeia logística, com reflexos positivos no desenvolvimento regional, na ampliação das áreas produtivas e na geração de emprego e renda”.

O custo médio da logística de movimentação para os portos do Pará e Amapá poderá ter redução de US$ 50 por tonelada transportada da fazenda ao porto, o que resulta em maior apropriação de receita pelos produtores e, consequentemente, maior desenvolvimento regional e geração de emprego e renda.

A equalização da matriz brasileira de transportes deve ser alcançada com o incremento do modal ferroviário e o aproveitamento dos rios potencialmente navegáveis, como já ocorre nos rios Madeira e Tapajós, e a médio prazo, com o rio Tocantins. Em consequência, deverá ser menor a dependência pelo modal rodoviário – com o incremento dos que apresentarem melhor performance para grandes volumes e maiores distâncias –, o que resulta em perspectivas promissoras para o transporte de cargas nos próximos anos.

“A melhoria das condições de logística e infraestrutura – após a conclusão das obras da BR 163 – é condição imprescindível para o escoamento da produção, o que contribuirá para a ampliação das exportações”, concluiu o Secretário de Política Agrícola. “Já foram atingidos recordes, uma vez que de janeiro a novembro houve aumento em 13% das vendas ao exterior, quando comparado a 2016. Exportamos 65,8 milhões de toneladas de soja e 25,2 milhões de toneladas de milho”.

Data de Publicação: 10/01/2018 às 17:43hs
Fonte: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

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